miércoles, 18 de julio de 2012

I Simposio Brasilero de Paleoinvertebrados




O Primeiro Simpósio Brasileiro de Paleoinvertebrados ocorrerá na cidade de Bauru, SP, nas dependências da UNESP, entre os dias 11 e 14 de novembro de 2012.

É uma parceria entre a UNESP e a UNIFESP sendo um marco para o estudo de paleoinvertebrados no país uma vez que esse enorme e importante grupo nunca teve repercussão merecida e necessária.
A princípio espera-se o encontro de profissionais das diversas áreas do país para troca de informações e discussão das linhas de trabalho. O evento produzirá o livro “Paleoinvertebrados – legado brasileiro” contendo a historia dos estudos sobre esse grupo no Brasil além de um boletim de resumos com os trabalhos apresentados. Assinem nosso feed de postagem para atualizações! 

Comissão Organizadora
Organizadores
Prof. Dr. Renato Pirani Ghilardi (UNESP-Bauru)
Prof. Dr. Sandro M. Scheffler (UNIFESP)

Secretários
Jeanninny Carla Comniskey (UEPG)
Fábio Augusto Carbonaro (UNESP-Rio Claro)

Tesoureiro
Mariana Galera Soler (Instituto Butantan)
Prof. Dr. Élvio Pinto Bosetti (UEPG)

Informações Importantes
Os valores de inscrição para participação do simpósio estão na tabela abaixo! O primeiro valor corresponde a inscrição até dia 17 de agosto (data limite para envio dos resumos), o segundo valor para inscrições feitas posteriormente. Em breve mais detalhes sobre como pagar! (valores em Reais)


profissional sócio 130,00 - 170,00
profissional não sócio 150,00 - 190,00
estudante pós sócio 80,00 - 110,00
estudante pós não socio 90,00 - 120,00
estudante graduação 35,00 - 55,00

CRITÉRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
Os trabalhos poderão ser apresentados oralmente (15 min para apresentação + 5 min para discussão) ou na forma de painel. Cada trabalho em painel disporá de um espaço de 120 cm x 90 cm.

A opção de apresentação dos trabalhos em sessão oral ou painel é do autor. Entretanto, a comissão organizadora se reserva o direito de remanejar os trabalhos de acordo com o tempo disponível; trabalhos eminentemente descritivos serão necessariamente apresentados sob a forma de painéis.

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DOS RESUMOS
 O corpo dos resumos deve ser redigido em fonte Times New Roman, tamanho 12, justificado, com margens superior, inferior e direita de 2,5 cm e esquerda de 3,0 cm. O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5, e o espaçamento antes e depois das linhas deve ser 0 (zero). Deve ser escrito em apenas um único parágrafo, sem recuo, e não poderá ultrapassar 20 linhas.

Os nomes de gênero(s) e espécie(s) devem vir em itálico, assim como todas as palavras ou abreviaturas que não sejam da nossa língua (exemplos: e.g., i.e., ca., incertae sedis, sensu), com exceção de et al.
O título do resumo deve ser escrito em fonte Times New Roman, tamanho 12, em maiúsculas, negrito e centralizado. Após espaço de uma linha segue os nomes completos dos autores, separados por ponto e vírgula em Times New Roman, tamanho 12, sem negrito, em maiúsculas e minúsculas, e centralizados. Após o nome de cada autor segue um número sobrescrito que corresponderá à descrição da instituição, e respectiva cidade, e email para contato.

Apoio financeiro ou institucional, ou informações sobre o projeto do qual o trabalho faz parte, devem ser incluídas entre colchetes ao final do corpo do resumo.

CRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO DOS RESUMOS
Os resumos deverão ser encaminhados ao I Simpósio Brasileiro de Paleoinvertebrados até a data limite de 17 de agosto de 2012 via o endereço eletrônico 1sbpi2012@gmail.com. Deverão ser redigidos no processador de texto Word e salvos em extensão rtf.

Deverão obrigatoriamente conter: introdução; material e métodos; resultados e discussão; e conclusões ou considerações finais.

Pesquisas preliminares e/ou em andamento serão aceitas, desde que apresentem, pelo menos, resultados e conclusões parciais. Não serão aceitos resumos contendo apenas descrição de projeto ou intenção de trabalho. Trabalhos de levantamento bibliográfico também serão aceitos desde que contenham uma análise e considerações a respeito das pesquisas.

Cada pesquisador poderá enviar, no máximo, 3 (três resumos), sendo obrigatório que, pelo menos, o primeiro autor de cada resumo esteja inscrito no Simpósio.

Os arquivos com resumos deverão seguir obrigatoriamente as normas apresentadas. A comissão do congresso se reserva ao direito de não aprovar resumos que estejam em formatação diferente daquela apresentada abaixo ou que não sigam os critérios de seleção acima descritos.


lunes, 16 de julio de 2012

La desaparición del Factor de Impacto

The demise of the Impact Factor: The strength of the relationship between citation rates and IF is down to levels last seen 40 years ago

    Thomson Reuters assigns most journals a yearly Impact Factor (IF), which is defined as the mean citation rate during that year of the papers published in that journal during the previous 2 years. The IF has been repeatedly criticized for many well-known and openly acknowledged reasons. However, editors continue to try to increase their journals’ IFs, and researchers continue to try to publish their work in the journals with the highest IF, which creates the perception of a mutually-reinforcing measure of quality. More disturbingly, although it is easy enough to measure the citation rate of any individual author, a journal’s IF is often extended to indirectly assess individual researchers. Jobs, grants, prestige, and career advancement are all partially based on an admittedly flawed concept. A recent analysis by myself, Vincent Larivière and Yves Gingras identifies one more, perhaps bigger, problem: since about 1990, the IF has been losing its very meaning.

    Impact factors were developed in the early 20th century to help American university libraries with their journal purchasing decisions. As intended, IFs deeply affected the journal circulation and availability. Even by the time the current IF (defined above) was devised, in the 1960s, articles were still physically bound to their respective journals. However, how often these days do you hold in your hands actual issues of printed journals?

    Until about 20 years ago, printed, physical journals were the main way in which scientific communication was disseminated. We had personal subscriptions to our favourite journals, and when an issue appeared in our mailboxes (our physical mailboxes), we perused the papers and spent the afternoon avidly reading the most interesting ones. Some of us also had a favourite day of the week in which we went to the library and leafed through the ‘current issues’ section of a wider set of journals, and perhaps photocopied a few papers for our reprint collection.

    Those days are gone. Now we conduct electronic literature searchers on specific subjects, using keywords, author names, and citation trees. As long as the papers are available digitally, they can be downloaded and read individually, regardless of the journal whence they came, or the journal’s IF.

    This change in our reading patterns whereby papers are no longer bound to their respective journals led us to predict that in the past 20 years the relationship between IF and papers’ citation rates had to be weakening.

    Using a huge dataset of over 29 million papers and 800 million citations, we showed that from 1902 to 1990 the relationship between IF and paper citations had been getting stronger, but as predicted, since 1991 the opposite is true: the variance of papers’ citation rates around their respective journals’ IF has been steadily increasing. Currently, the strength of the relationship between IF and paper citation rate is down to the levels last seen around 1970.

    Furthermore, we found that until 1990, of all papers, the proportion of top (i.e., most cited) papers published in the top (i.e., highest IF) journals had been increasing. So, the top journals were becoming the exclusive depositories of the most cited research. However, since 1991 the pattern has been the exact opposite. Among top papers, the proportion NOT published in top journals was decreasing, but now it is increasing. Hence, the best (i.e., most cited) work now comes from increasingly diverse sources, irrespective of the journals’ IFs.

    If the pattern continues, the usefulness of the IF will continue to decline, which will have profound implications for science and science publishing. For instance, in their effort to attract high-quality papers, journals might have to shift their attention away from their IFs and instead focus on other issues, such as increasing online availability, decreasing publication costs while improving post-acceptance production assistance, and ensuring a fast, fair and professional review process.

    At some institutions researchers receive a cash reward for publishing a paper in journals with a high IF, usually Nature and Science. These rewards can be significant, amounting to up to $3K USD inSouth Korea and up to $50K USD inChina. InPakistan a $20K reward is possible for cumulative yearly totals. In Europe andNorth America the relationship between publishing in high IF journals and financial rewards is not as explicitly defined, but it is still present. Job offers, research grants and career advancement are partially based on not only the number of publications, but on the perceived prestige of the respective journals, with journal “prestige” usually meaning IF.

    I am personally in favour of rewarding good work, but the reward ought to be based on something more tangible than the journal’s IF. There is no need to use the IF; it is easy enough to obtain the impact of individual papers, if you are willing to wait a few years. For people who still want to use the IF, the delay would even make it possible to apply a correction for the fact that, independently of paper quality, papers in high IF journals just get cited more often. So, of two equally cited papers, the one published in a low IF journal ought to be considered “better” than the one published in an elite journal. Imagine receiving a $50K reward for a Nature paper that never gets cited! As the relation between IF and paper quality continues to weaken, such simplistic cash-per-paper practices bases on journal IFs will likely be abandoned.

    Finally, knowing that their papers will stand on their own might also encourage researchers to abandon their fixation on high IF journals. Journals with established reputations might remain preferable for a while, but in general, the incentive to publish exclusively in high IF journals will diminish. Science will become more democratic; a larger number of editors and reviewers will decide what gets published, and the scientific community at large will decide which papers get cited, independently of journal IFs.

George Lozano

Oferta de trabajo

Geólogo especialista en Paleontología-Capital Federal


Nombre del puesto:   Geólogo especialista en Paleontología
Empresa:   JMB sa
Paises:   Argentina
Provincia:   Ciudad Autónoma de Buenos Aires
Ciudad/Localidad/Barrio:    Capital Federal
Área del puesto:   Sistemas, IT, MIS, Teleco.
Buscamos un profesional en geología, especialista en paleontología para realizar informes en estudios ambientales en Patagonia.
Es requisito excluyente contar con disponibilidad para viajar al Sur del país durante 2 semanas al mes a fin de realizar los relevamientos de su especialidad.  

jueves, 5 de julio de 2012

Los mares de La Rioja




La comunidad riojana tiene incorporado en su imaginario la riqueza paleontológica de la provincia gracias a los importantes yacimientos de vertebrados del Triásico de Talampaya, donde ha quedado registrado varios hitos importantes de la radiación de los vertebrados de la Era Mesozoica. Allí se encuentra documentado el origen de los dinosaurios y de los ancestros de los mamíferos. El Museo de Ciencias Naturales de la UNLaR en su sala de Paleontología ha sido pionero en mostrar de manera atractiva esta información a la comunidad. Por otra parte, en el ámbito de la provincia se están inaugurando diversos parques temáticos que refuerzan esta iniciativa y suman un nuevo atractivo turístico a La Rioja quedando la misma incorporada al circuito de la ruta de los dinosaurios del país. Sin embargo, permanece inadvertida para el público gran parte de su acervo paleontológico, nos referimos en particular a los ricos yacimientos de fósiles marinos de la Era Paleozoica. En esta muestra nos atreveremos a contar algunas de las ingresiones marinas más importantes que ocurrieron a lo largo de casi 300 millones de años en el supercontinente Gondwana, en cuyas márgenes se ubicaba nuestra provincia. En tres vitrinas y se exhiben fósiles de diversas localidades y, a través de paneles explicativos, se cuenta la historia de la biota, climas y posiciones geográficas de la región de Cuyo a través del Cambro-Ordovícico, el Devónico y el Carbonífero-Permico. La muestra es complementada con la proyección de un video, donde una sucesión de imágenes de campos, fósiles y reconstrucciones sintetizan el trabajo de los paleontólogos en reconstruir la Historia de la Vida. 

Gabriela Cisterna y Emilio Vaccari

Asociación Paleontológica Argentina